terça-feira, 16 de agosto de 2011


PALAVRA ESPECIAL PARA O BRASIL

Por: Don Lynch em 17/6/2011
Um confronto com Jezabel na cultura brasileira está acontecendo agora mesmo, e muitos líderes estão fugindo de Jezabel e entrando no deserto, mesmo diante de um confronto como o do Monte Carmelo.

Muitos líderes brasileiros estão sentindo o que Elias sentiu depois do Monte Carmelo antes do confronto ter alcançado seu ponto crítico.

Fugir agora deixará a nação sem uma vitória profética vital sobre os 700 profetas de Jezabel.

Muitos líderes estão fugindo ou estão prontos para fugir, evitando o confronto na cultura, pois eles não encararam o espírito de Jezabel operando dentro da igreja. Tolerar Jezabel, evitar o confronto dentro da casa de Deus, é causar um curto-circuito na estratégia de Deus para o confronto com Jezabel na cultura. Isso é uma afronta direta contra a autoridade profética de uma nação avivada!

Acordem as sentinelas! Encorajem os apóstolos e os profetas! Não profetizem sobre isso, profetizem contra isso! Declare a Palavra de Deus com a Autoridade de Deus.

O confronto do Monte Carmelo começa com as vozes do lado de Jezabel clamando altamente, os profetas se ferindo, fazendo um show. E eles cercam o altar do Senhor que havia sido ferido. Eles estão perto porque Deus está organizando-os para uma autoridade apostólica e profética. Não fuja!

Durante esse tempo, os apóstolos e profetas devem se manter calmos em sua autoridade, prontos para o momento do fogo! Fugir do escândalo dos profetas de Jezabel não faz sentido nenhum! Apesar de estarem gritando, eles são fracos, vazios, ineficazes e insinceros.

O próximo passo é curar o altar de adoração ferido. Recomece a adoração saindo do entretenimento e da adoração de música para a adoração a Jeová, para o sacrifício, para o som de Deus e a paixão por Ele que atraem o fogo! Não tenha medo de mudar "o que é" para restaurar o som do fogo brasileiro na igreja. A qualquer custo.

Esta não é a estação para se acomodar. Não é uma estação de fraqueza. Aproxime-se do altar em uma posição de autoridade, confiança e calma em sua tarefa. Não clame pela chuva cedo demais. Não fuja de Jezabel. Corra em direção ao confronto e seja a voz de vitória para a sua nação e sua geração. E então, abra os céus novamente.

Tolerância significa que você está suportando algo sobre o qual você tem a autoridade e a responsabilidade de mudar. Tome decisões fortes. Livre-se do medo do homem! Pare de jogar jogos políticos. Vocês não são apenas chamados de apóstolos e profetas. Vocês devem agir como apóstolos e profetas.

Esta não é a estação de atacar e criticar a igreja. É a estação de fortalecer a igreja com uma liderança de autoridade, gerando coragem e confiança. Dirija a sua voz ao altar onde Deus reúne os seus inimigos; Ele está reunindo seus inimigos perto do altar do Senhor com um propósito! Para vitória!

Dr. Don Lynch

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Amor - Deus me deu você


 
Deus me deu Você para que eu me enxergasse,
para manter-me forte e ajudar-me a tocar em frente.

Deus me deu Você para partilhar meu coração e minha alma,
para trazer-me coragem e esperança,
para ensinar-me o significado do Amor Incondicional.

Deus me deu Você para aceitar-me como sou,
para entender minhas dificuldades,
para que eu tivesse um Amigo de verdade.

Deus me deu Você para trazer-me lições,
ajudar-me a crescer e fortalecer meu espírito.

Deus me deu Você para dar-me esperanças,
clarear meus pensamentos e encorajar os meus sonhos.

Deus me deu Você para inspirar-me a ser o melhor que eu possa,
para mostrar-me a importância da verdade
e da alegria de oferecer meu coração ao conforto de um outro coração.

Deus me deu Você para ensinar-me a deixar as tristezas de lado,
para eu declarar-me vulnerável quando assim estou
e para mostrar meu verdadeiro eu e minhas ocultas esperanças.

Deus me deu Você para amar,
para assumir e entregar minha confiança da forma que eu sempre quis.

Ele me deu Você porque tinha um plano: Fazer-me feliz!

Fonte: www.icrvb.com
O problema é que está sendo cada vez mais difícil acreditar nas pessoas e em tudo que elas me dizem.

O que é pior? Novas feridas que são horrivelmente dolorosas ou velhas feridas que deviam ter sarado anos atrás mas nunca o fizeram? Talvez velhas feridas nos ensinem algo. Elas nos lembram onde estivemos e o que superamos. Nos ensinam lições sobre o que evitar no futuro. É como gostamos de pensar. Mas não é o que acontece, é? Algumas coisas nós apenas temos que aprender de novo, e de novo, e de novo.