terça-feira, 31 de julho de 2012


PT estaria planejando calar lideranças evangélicas para ocupar influência política junto aos fiéis.

O jornalista Reinaldo Azevedo, da revista Veja, publicou matéria em que afirma que o petista Gilberto Carvalho pretende disputar a influência por liderança do meio evangélico. Segundo o relato do jornalista, durante uma palestra, Carvalho afirmou que “é preciso fazer uma disputa ideológica com os líderes evangélicos pelos setores emergentes”.
Para o articulador político do Partido dos Trabalhadores, o setor evangélico é uma força “emergente”, e quem obtiver influência ou simpatia dos líderes dessa parcela da população, terá mais força política nas eleições, segundo informações do jornalista Azevedo.
A matéria cita ainda que o planejamento do partido pretende anular o poder de mobilização das igrejas evangélicas, “especialmente nas questões relativas a costumes” e quer ter todos os setores da sociedade sob influência direta: “Mesmo os movimentos de crítica e reação hão de estar subordinados a este ente. Haver organismos, entidades, grupos ou religiões que cultivem valores fora do abrigo do partido é inaceitável”, escreve.
O ideal petista, segundo o artigo do jornalista, é a “completa laicização da sociedade, sem espaço para a moral privada ou de grupo. Teses como descriminação do aborto, legalização das drogas, união civil de homossexuais, proselitismo sexual nas escolas (nego-me a chamar de “educação” o tal kit gay, por exemplo) tendem a encontrar resistência. E as vozes que lideram essa resistência costumam ser justamente as dos evangélicos”.
O Pastor Silas Malafaia anunciou que neste dia 31 de Janeiro iria comentar as afirmações do político petista, mas até o fechamento desta matéria o líder da Igreja Vitória em Cristo não havia se pronunciado.
Fonte: Gospel+

“Evangélicos estão mudando a identidade política do Brasil”, revela especialista.

O crescimento do número de pessoas que se declaram evangélicas no Brasil começa a ser tratado pelos especialistas como um fenômeno de impacto em todas as esferas da sociedade.
O professor e jornalista Eugênio Bucci afirmou que a mudança ocorre não apenas na esfera religiosa, mas também na política: “O que vai se transformando, diante de nossos olhos, não é meramente a identidade religiosa do Brasil, mas sua identidade política”, opinou.
A previsão de líderes evangélicos de que em breve, o país se tornará de maioria evangélica e que talvez se torne o país com maior número de evangélicos no mundo, poderá influenciar profundamente a política nacional como um todo: “Se a previsão se confirmar, o Brasil político será outro”, disse.
O Censo 2010 realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostrou crescimento dos evangélicos em aproximadamente 16 milhões de pessoas  entre os anos 2000 e 2010.
A força política dessa massa pode ser medida através de eventos como a Marcha para Jesus, que ano após ano reúne milhões de fiéis em diversas cidades do país.
Segundo o jornalista Eugênio Bucci, os líderes evangélicos possuem forte influência sobre as decisões dos fiéis, e o interesse destes pela política tem se tornado cada vez mais explícito: “O peso desses líderes religiosos na vida partidária é notório e crescente”, observou, de acordo com informações do The Christian Post.

terça-feira, 24 de julho de 2012



Na nossa vida nada mais atrapalha do que a nossa própria religiosidade, enquanto formos  religiosos não conseguiremos ver a gloria de Deus bem perto de nós.Todo Religioso ás vezes dá importância a meros rituais tradicionais que nunca os levarão a perto de Deus.

DEUS SEMPRE ESTÁ A PROCURA DE ADORADORES !!